Tratamento de Doença Renal
Crônica (DRC) em São Paulo

Hemodiálise

Doença Renal Crônica (DRC)
em São Paulo

A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição clínica caracterizada pela perda gradual, progressiva e irreversível da função excretora e metabólica dos rins por um período igual ou superior a três meses.
A condição é considerada grave, pois impede que os rins façam a filtragem das impurezas do sangue.

O que acarreta no acúmulo de toxinas e líquidos no organismo, comprometendo a pressão arterial e a produção de hormônios.

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O que é a Doença Renal Crônica?

A Doença Renal Crônica tem como principal característica a destruição progressiva dos néfrons, estruturas responsáveis pela realização das filtragens nos rins.
Conforme a doença avança, os néfrons restantes entram em regime de hiperfiltração para compensar as estruturas que foram destruídas.

Embora esse mecanismo mantenha o organismo estável temporariamente, a sobrecarga crônica acelera a esclerose dos néfrons saudáveis, consolidando a perda irreversível da função renal.

O diagnóstico precoce da DRC é a principal maneira de impedir a progressão desta doença silenciosa.

Quando identificada em suas fases iniciais, é possível instituir terapias nefroprotetoras que preservam a autonomia do paciente e adiam a necessidade de hemodiálise.

O que causa a Doença Renal Crônica?

A Doença Renal Crônica é uma complicação secundária de doenças crônicas que não foram tratadas corretamente. Entre as mais comuns, estão:

Diabetes Mellitus (Nefropatia Diabética)

Diabetes Mellitus (Nefropatia Diabética)

A diabetes é a principal causa de falência renal crônica. A hiperglicemia - reação química ligada ao excesso de açúcar no sangue induz a oxidação das células renais, causando danos estruturais às funções renais.

Esses danos, reduzem a capacidade de filtragem dos néfrons, desencadeando o vazamento de proteínas nos rins.

Hipertensão Arterial Sistêmica (pressão alta)

Hipertensão Arterial Sistêmica (pressão alta)

A Hipertensão Arterial Sistêmica é o que, popularmente, é chamado de pressão alta, que danifica a microcirculação renal.

O aumento da pressão causa a hialinose e o estreitamento das artérias que controlam o fluxo de sangue que entra e sai dos rins. Uma das consequências do estreitamento das artérias renais é a atrofia dos néfrons e a queda acentuada da capacidade de filtração.

Doenças Císticas Hereditárias

Doenças Císticas Hereditárias

A Doença Renal Policística é caracterizada pelo crescimento progressivo de cistos bilaterais que destroem o tecido renal responsável pela filtragem do sangue.

Diálise em São Paulo

Sintomas da Doença Renal Crônica

Os sintomas de Doença Renal Crônica variam de acordo com o estágio em que a condição se encontra. Normalmente, o avanço da doença é dividido entre fase subclínica e síndrome urêmica.

  • urina com espuma: indicativo direto de vazamento de albumina pelos rins;
  • edema periférico: inchaço nos tornozelos, pés e ao redor dos olhos, especialmente ao acordar;
  • nictúria: necessidade frequente de acordar durante a noite para urinar, devido à perda da capacidade de concentração urinária do rim.

  • fadiga extrema;
  • anemia persistente;
  • náuseas;
  • vômitos;
  • anorexia;
  • coceira intensa na pele sem lesões dermatológicas primárias;
  • cãibras refratárias e distúrbios do sono;
  • dispneia de esforço ou de repouso.

Estágios e classificação clínica da DRC

A classificação da Doença Renal Crônica é realizada com base na Taxa de Filtração Glomerular (TFG).
A taxa é calculada a partir dos níveis de creatinina sérica na urina, ajustada para idade, sexo e etnia, combinada com o grau de albuminúria.

EstágioDefinição ClínicaTFG (mL/min/1,73m²)Diretriz de Manejo Médico
Estágio 1Lesão renal com função preservada≥ 90Diagnóstico, nefroproteção e controle da causa base.
Estágio 2Redução leve da função renal60 a 89Estimativa da taxa de progressão e controle metabólico.
Estágio 3aRedução moderada (Grau A)45 a 59Tratamento das complicações e desaceleração ativa.
Estágio 3bRedução moderada (Grau B)30 a 44Ajuste farmacológico estrito e manejo de anemia/fósforo.
Estágio 4Redução severa da função renal15 a 29Preparação e planejamento para terapia substitutiva.
Estágio 5Falência Renal Terminal< 15Início de diálise programada ou Transplante Renal.

Diagnóstico de Doença Renal Crônica

O diagnóstico de Doença Renal Crônica em São Paulo é feito a partir da combinação dos seguintes exames laboratoriais e de imagem com alta precisão:

  • avaliação da TFG (creatinina): exame de urina para verificar a eficiência da filtragem do sangue;
  • análise de microalbuminúria: análise quantitativa na urina para identificar lesões endoteliais incipientes nos glomérulos;
  • Ultrassonografia renal computadorizada: avaliação estrutural para verificar o tamanho dos rins, espessura do tecido responsável pela filtragem renal e presença de obstruções ou cistos.
Dr. Braulio Ludovico - Nefrologista em São Paulo

Tratamentos para Doença Renal Crônica em São Paulo

Há quatro tipos de tratamentos disponíveis para Doença Renal Crônica em São Paulo. Conheça cada um deles:

Tratamento conservador e ambulatorial:

Tratamento conservador e ambulatorial

Indicado para os estágios de 1 a 4 da Doença Renal Crônica. A terapia envolve a administração de medicamentos nefroprotetores como, por exemplo, inibidores de SGLT2 e bloqueadores do sistema renina-angiotensina-aldosterona.

Além disso, será necessária uma adaptação da dieta para evitar sobrecarregar os rins com fósforo, potássio e ureia no organismo.

Hemodiafiltração (HDF) de alto volume:

Hemodiafiltração (HDF) de alto volume

A hemodiafiltração (HDF) de alto volume é recomendada para pacientes que se encontram no estágio 5 da doença. Essa variante do tratamento de Doença Renal Crônica em São Paulo consiste em combinar difusão e convecção para remover toxinas de médio e grande peso molecular.

Com isso, o nefrologista em São Paulo espera conseguir estabilidade cardiovascular e maior sobrevida em relação à hemodiálise convencional.

Hemodiafiltração domiciliar:

Hemodiafiltração domiciliar

A hemodiafiltração domiciliar é uma alternativa usada para promover a autonomia e a qualidade de vida ao paciente.

Com equipamentos compactos, intuitivos e com suporte continuado, o paciente pode realizar sessões mais frequentes ou noturnas, eliminando a necessidade de deslocamentos até uma clínica renal em São Paulo.

Transplante Renal:

Transplante Renal

O transplante renal em São Paulo é indicado para pacientes com Doença Renal Crônica em fase terminal.

O procedimento envolve a substituição de um rim doente por um rim saudável de um doador, que pode ser um doador vivo ou falecido. Essa alternativa prolonga e promove a qualidade de vida do paciente, sem a necessidade de permanecer em diálise.