Quem faz hemodiálise em São Paulo vive quanto tempo?

Por: Dr. Braulio Ludovico | 1 julho, 2026

Quem faz hemodiálise em São Paulo vive quanto tempo?

Uma das principais dúvidas das pessoas ao receber a prescrição para tratamento é: quem faz hemodiálise em São Paulo vive quanto tempo? Afinal, ainda há muitas dúvidas sobre esse tipo de tratamento.

Além disso, antigamente diagnóstico para falência e insuficiência renal eram vistos com extremo pessimismo.

Entretanto, graças à medicina moderna, hoje um paciente consegue ter qualidade de vida realizando hemodiálise por 20 ou até 30 anos.

Descubra quanto tempo vive uma pessoa que faz hemodiálise, como é o tratamento e qual o momento de procurar um nefrologista em São Paulo.

Hemodiálise: como o tratamento é feito

Além da expectativa de vida, uma dúvida comum entre os pacientes renais é como a hemodiálise é feita.

De uma maneira simples, o tratamento é realizado com uma máquina que atua como um “rim artificial”, realizando a limpeza que o seu corpo não consegue mais fazer sozinho.

Como é o procedimento?

O procedimento consiste em retirar o sangue do corpo através de um acesso vascular, passá-lo por um filtro chamado dialisador e devolvê-lo limpo ao organismo.

Esse filtro remove toxinas como ureia e creatinina, além de equilibrar sais minerais como o potássio. Em alguns casos é possível fazer hemodiálise em casa com uma tecnologia chamada hemodiafiltração.

Quem faz hemodiálise tem vida normal?

Sim, quem faz hemodiálise tem uma vida normal, sendo necessário apenas algumas pequenas adaptações na rotina.

O impacto da hemodiálise no trabalho, viagens e lazer

Pacientes renais em hemodiálise podem continuar estudando, trabalhando e até viajando sem nenhum prejuízo, principalmente se optarem pelo tratamento em casa.

Para aqueles que têm viagens programadas à negócios ou lazer, uma possibilidade é a diálise de trânsito. Essa modalidade permite que o paciente possa continuar a terapia em uma clínica localizada no local de destino.

O aspecto emocional

A manutenção da qualidade de vida normal depende muito da aceitação. Pacientes que encaram a diálise como uma aliada tendem a ter uma saúde mental muito melhor.

O apoio de uma equipe multidisciplinar especializada em nefrologia em São Paulo, com psicólogos e nutricionistas, é parte fundamental nesse processo.

Quem faz hemodiálise pode beber água?

A ingestão de líquidos é um dos maiores desafios do paciente renal. A pergunta “quem faz hemodiálise pode beber água?” exige uma resposta cuidadosa e individualizada.

O controle do ganho de peso

Como os rins não produzem mais urina, toda a água ingerida fica acumulada no corpo entre uma sessão e outra.

Isso pode causar inchaço, aumento da pressão e sobrecarregar o coração. Para evitar problemas, o indicado é: ingerir entre 500 e 800ml por dia, que é a quantidade de líquido que o organismo do paciente consegue processar.

Importante: usar pedras de gelo ou gotas de limão ajuda a aliviar a sede sem ingerir grandes volumes de água.

Quais os riscos da hemodiálise?

Como qualquer procedimento médico complexo, a hemodiálise oferece alguns riscos ao longo do tratamento. Saiba quais são eles:

Riscos imediatos e de longo prazo

  • queda da pressão: pode acontecer durante a sessão, causado pela retirada rápida de líquidos;
  • infecções: o risco está associado ao uso de cateter. Por isso, exige um cuidado especial especial com a higiene do acessório;
  • cãibras e fadiga: Podem ocorrer devido às trocas rápidas de eletrólitos;
  • problemas cardiovasculares: O coração é o órgão que mais trabalha em quem faz diálise. Por isso, tecnologias como a Hemodiafiltração (HDF) são tão importantes para reduzir esses riscos.

Quem faz hemodiálise pode morrer?

Sim, quem faz hemodiálise pode morrer. Porém, vale ressaltar que os óbitos não estão relacionados ao tratamento renal, mas a doenças cardiovasculares pré-existentes.

Perguntas sobre hemodiálise em São Paulo?

1. Quem faz hemodiálise pode trabalhar?

Sim! Muitos pacientes mantêm suas atividades profissionais. O ideal é ajustar o turno da diálise (manhã, tarde ou noite) para não conflitar com o horário de trabalho.

2. A hemodiálise dói?

Não, o processo de filtragem não causa dor. O desconforto ocorre por causa da punção das agulhas ou a manipulação do cateter. Com o tempo, a pele da fístula tende a ficar menos sensível.

3. Por que não pode beber muita água na diálise?

Porque os rins não eliminam o excesso. Se você bebe muita água, ela se acumula no sangue e nos tecidos, podendo causar falta de ar e sobrecarga cardíaca.

4. Qual a expectativa de vida de um paciente em diálise?

Não há um número único. Existem pacientes em São Paulo que estão há 30 anos em diálise.

A expectativa depende da idade, das doenças associadas e, principalmente, do cuidado com o coração e a alimentação.

5. Hemodiálise engorda?

O que o paciente ganha de peso entre as sessões é geralmente água, não gordura, que é removido durante o tratamento.

Quando procurar um nefrologista em São Paulo?

Pessoas que sofrem com diabetes, hipertensão arterial ou doenças renais hereditárias devem procurar um nefrologista em São Paulo. Com tratamento preventivo, é possível evitar a necessidade da hemodiálise.

Agora que você notar sintomas de doenças renais como inchaço nas pernas, náuseas, perda de apetite e cansaço intenso, procure um especialista em rins.

Esses sinais indicam a necessidade de tratamento renal e, quando antes você visitar um nefrologista em São Paulo, maiores são as chances de evitar o agravamento da doença.

Não perca tempo, entre em contato com os atendentes do Dr. Bráulio Ludovico e agende uma consulta ou atendimento domiciliar. Lembre-se: diagnóstico e tratamento precoce são essenciais para a longevidade e a qualidade de vida


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