A insuficiência renal crônica — também chamada de doença renal crônica (DRC) — é uma condição progressiva em que os rins perdem sua capacidade de filtrar o sangue de forma adequada. Em cidades grandes como São Paulo, onde fatores como estilo de vida, estresse e prevalência de hipertensão e diabetes são elevados, o acompanhamento médico contínuo torna-se ainda mais relevante.
Neste artigo, apresentamos informações baseadas em evidências científicas sobre como deve ser o seguimento de pacientes com DRC e por que o acompanhamento regular com nefrologista é fundamental — tudo alinhado ao Código de Ética Médica.
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O que é insuficiência renal crônica?
A doença renal crônica é caracterizada por perda gradual da função dos rins ao longo do tempo. Segundo a National Kidney Foundation (NKF) e a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), a condição pode evoluir silenciosamente por meses ou anos até apresentar sintomas mais evidentes.
Os fatores de risco mais comuns incluem:
- Diabetes
- Hipertensão arterial
- Histórico familiar de doença renal
- Idade acima de 60 anos
- Doenças autoimunes
- Uso prolongado de medicamentos nefrotóxicos
A prevalência da DRC é crescente no mundo todo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Por que o acompanhamento contínuo é essencial
A evolução da doença renal pode ser retardada quando há acompanhamento adequado. Segundo a SBN, consultas regulares permitem:
- Avaliação periódica da função renal
- Monitoramento da pressão arterial
- Análise de exames laboratoriais
- Orientação sobre medicamentos
- Identificação precoce de complicações
O acompanhamento contínuo reduz o risco de piora da função renal e auxilia na prevenção de eventos cardiovasculares — complicação frequente em pacientes com DRC, segundo a American Heart Association (AHA).
Por que São Paulo exige atenção específica?
Diversos fatores presentes em grandes centros urbanos como São Paulo influenciam no controle da doença renal:
Ritmo de vida acelerado
Rotinas extensas podem dificultar a adesão a consultas e exames.
Maior prevalência de hipertensão e diabetes
Dados do Ministério da Saúde mostram maior concentração desses fatores de risco em regiões metropolitanas.
Exposição a poluentes
Estudos publicados no Environmental Health Perspectives indicam que a poluiçãoque poluição atmosférica pode estar relacionada ao agravamento de doenças crônicas, incluindo condições cardiovasculares, que se associam à DRC.
Por isso, quem vive em centros urbanos precisa redobrar a atenção aos cuidados contínuos.
Como é feito o acompanhamento com o nefrologista
A consulta com o nefrologista tem como objetivo controlar a progressão da doença e prevenir complicações. De forma ética e informativa, é importante esclarecer que cada plano de acompanhamento é individualizado, sem generalizações ou promessas.
Entre os pontos avaliados, estão:
1. Exames laboratoriais regulares
Incluem creatinina, ureia e cálculo da taxa de filtração glomerular (TFG), fundamentais para monitorar a função dos rins.
A NKF recomenda a repetiçãorecomenda repetição periódica desses exames conforme o estágio da doença.
2. Avaliação da urina
A presença de proteínas (albuminúria) é um dos principais sinais de dano renal inicial.
3. Controle da pressão arterial
A hipertensão é um dos maiores fatores de progressão da DRC.
4. Planejamento do tratamento
Pode incluir orientações sobre dieta, hidratação e cuidados com medicamentos.
5. Discussão de riscos e sinais de alerta
Sempre de forma clara e equilibrada, conforme orienta a Resolução CFM nº 2.336/2023.
A importância da educação em saúde
A OMS enfatiza que educação do paciente é uma ferramenta essencial no manejo de doenças crônicas. No caso da DRC, isso inclui:
- Conhecimento dos exames necessários
- Reconhecimento de sintomas que exigem atenção
- Adoção de hábitos de vida saudáveis
- Controle da pressão arterial e glicemia
O objetivo é capacitar o paciente a participar ativamente do próprio cuidado.
O que pode mudar ao longo do tempo
Conforme a DRC evolui, a frequência das consultas e exames pode aumentar. Em alguns casos, é necessário avaliar:
- Ajustes de medicamentos
- Controle rigoroso da pressão arterial
- Encaminhamento para nutricionista especializado
- Planejamento para possíveis terapias futuras, quando indicado (como diálise)
Tudo isso é conduzido de forma individualizada pelo médico responsável, sem qualquer caráter promocional.A insuficiência renal crônica requer cuidado contínuo, e viver em um grande centro como São Paulo torna esse acompanhamento ainda mais importante. Consultas periódicas com nefrologista, exames regulares e atenção aos fatores de risco são medidas fundamentais para preservar a função renal.
Seguir orientações médicas e manter hábitos saudáveis contribui para um manejo mais seguro e responsável da doença.
Como é o acompanhamento da insuficiência renal crônica em São Paulo?
📍 Pacientes com doença renal crônica precisam de acompanhamento regular para monitorar a função dos rins, controlar fatores de risco e prevenir complicações. Em grandes centros como São Paulo, esse seguimento contínuo é ainda mais importante.
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