Diálise em São Paulo: quando o tratamento é necessário para doentes renais?

Por: Dr. Braulio Ludovico | 23 março, 2026

Diálise em São Paulo: quando o tratamento é necessário para doentes renais?

Cuidar da saúde renal é essencial em todas as etapas da vida. A insuficiência renal é uma condição silenciosa, já que avança ao longo dos anos sem apresentar sintomas. 

Para ajudar você a entender tudo sobre insuficiência renal e o papel da diálise no tratamento, nós preparamos um guia completo sobre o assunto, confira! 

O que é insuficiência renal?

Os rins são órgãos centrais na manutenção do bem-estar do nosso corpo. Sua principal função é filtrar os sangue, eliminando toxinas, além de contribuir para o controle da pressão arterial e  equilibrar os níveis de potássio e sódio no organismo. 

Quando os perdem a capacidade de filtram do sangue, temos a  insuficiência renal. O que faz com que o organismo não consiga manter o equilíbrio químico. 

Essa condição pode ser classificada como aguda ou crônica, conheça mais sobre elas: 

  • insuficiência renal aguda: perda repentina da capacidade de filtrar. Na maioria das vezes, com tratamento correto, é reversível.  
  • insuficiência renal crônica: queda lenta e progressiva da capacidade de filtragem do rim. De maneira geral, o seu desenvolvimento está associado à doenças como hipertensão ou diabetes.

Os 5  estágios da Doença Renal Crônica (DRC)

A Doença Renal Crônica (DRC), nome científico da insuficiência renal crônica, pode ser classificada em 5 estágios de evolução, de acordo com a nefrologia clássica.   

Estágio 1 (TFG > 90 mL/min) 

O primeiro estágio indica a existência de uma pequena lesão renal, apesar da capacidade de filtragem do sangue permanecer normal. 

Ao ser detectada por exame de urina ou imagem, essa etapa exige um controle da causa do problema, que pode ser hipertensão ou diabetes.

Estágio 2 (TFG entre 60 e 89 mL/min) 

No segundo estágio, ainda sem o aparecimento de sintomas da doença, o nefrologista consegue identificar uma leve queda nas funções renais.

Estágio 3 (TFG entre 30 e 59 mL/min) 

É nessa etapa de evolução da insuficiência renal crônica que os primeiros sintomas começam a aparecer. Entre eles doenças ósseas e sinais de anemia. 

A partir desse ponto de evolução, ainda é possível retardar a necessidade da diálise com alguns cuidados especiais.  Entre os mais comuns estão: 

  • ajustes na dieta do paciente;
  • restrição do consumo de proteínas;
  • administração de minerais como, por exemplo, ferro;
  • ajuste na dosagem de medicamentos como ibuprofeno e Diclofenaco;
  • controle glicêmico.

Estágio 4 (TFG entre 15 e 29 mL/min) 

Aqui, o rim apresenta a perda severa de sua função, o que gera o acúmulo de toxinas no organismo.

O paciente que se encontra nesse estágio, precisa iniciar terapias para a substituição das renais com o uso de fístulas, sempre com acompanhamento de um nefrologista em São Paulo em uma cidade próxima de sua casa. 

Estágio 5 (TFG < 15 mL/min)

O último estágio da insuficiência renal crônica é caracterizado pela falência renal. Nesse quadro, os rins já não conseguem trabalhar sozinhos, o que acarreta a necessidade de diálise ou transplante renal.

Quando a diálise se torna urgente: sinais de alerta

Uma das principais dúvidas dos pacientes com doenças renais é: “Quando vou precisar fazer diálise? 

Se você notar sinais como náuseas, redução na quantidade que vai ao banheiro, soluções e perda do apetite, procure um nefrologista. Quanto antes a doença for descoberta, maiores são as chances de cura. 

Acúmulo de toxinas 

A uremia, ou seja, o acúmulo de toxinas no organismo, acontece quando os níveis de ureia e a creatinina estão altos. 

Os principais sintomas desse problema de saúde são: náuseas persistentes, soluços incuráveis, perda de apetite e um hálito com odor metálico. 

Sobrecarga hídrica e edema pulmonar

Quando os rins perdem a capacidade de filtragem do sangue e de produzir urina, o líquido passa em outras partes do corpo. Como, por exemplo, nas  pernas, rosto e pulmões – o caso mais grave. 

Por isso, se você estiver sofrendo com problemas respiratórios, procure um especialista. Condições como congestão pulmonar, podem indicar doença renal e necessidade de procurar um nefrologista.  

Desequilíbrios eletrolíticos e acidose

Um dos causadores da  insuficiência renal é o acúmulo de potássio no sangue, também conhecido como hipercalemia. 

Além da acidez sanguínea, níveis elevados desse mineral podem causar arritmias cardíacas.

Saiba como funciona a diálise em São Paulo

A diálise é um tratamento que ainda gera bastante resistência em pacientes renais, pois é tido como exaustivo. 

No entanto, com os avanços da medicina, é possível oferecer suporte ao tratamento renal em São Paulo, sem prejudicar a qualidade de vida e a rotina de quem está passando pelo procedimento. 

A diálise como ponte para o transplante

Em casos mais graves de insuficiência renal, a diálise serve como uma etapa de transição. O objetivo é manter o organismo saudável até que o paciente consiga realizar o transplante renal. 

Quais são as técnicas de diálise disponíveis?

No ramo da nefrologia, há duas técnicas de diálise para o tratamento de doenças renais, a Hemodiálise e a Diálise Peritoneal. Saiba como elas funcionam. 

Hemodiálise em São Paulo

A Hemodiálise consiste na filtragem do sangue por meio de um equipamento conhecido por dialisador, que fica externo ao corpo. 

Esse tipo de tratamento renal em São Paulo é realizado em clínicas de nefrologia especializadas, cerca de três vezes por semana. 

O papel do nefrologista na diálise em São Paulo

O médico nefrologista tem um papel fundamental para garantir o bem-estar do paciente durante a diálise, isso inclui: 

  • controle rigoroso da anemia (comum em doentes renais);
  • monitoramento dos níveis de cálcio e fósforo);
  • suporte nutricional;
  • cuidados com a saúde mental e acolhimento dos familiares.

Como fazer diálise em São Paulo? 

A cidade de São Paulo é um dos principais centros de transplantes renais e diálises, o que reflete na grande oferta de tratamento na cidade. 

Se você mora em São Paulo e procura um local seguro para diálise em São Paulo, uma boa alternativa é a clínica do Dr. Bráulio Ludovico, que localizada na Vila Clementino.

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